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Anvisa aprova novo medicamento para prevenir enxaqueca em adultos

Aquipta é indicado para pacientes que apresentam pelo menos quatro episódios da doença por mês e amplia as opções de tratamento preventivo

📅 09/09/2026 05:39 | Fonte: Campo Grande News
Anvisa aprova novo medicamento para prevenir enxaqueca em adultos
Ilustração - IA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (8) o registro do Aquipta (atogepanto), medicamento indicado para a prevenção da enxaqueca em adultos que apresentam pelo menos quatro episódios da doença por mês. A condição é considerada uma das principais causas de incapacidade e afeta cerca de 15% da população mundial.

O atogepanto atua bloqueando uma via relacionada à transmissão da dor e aos mecanismos envolvidos no desenvolvimento das crises de enxaqueca. De acordo com estudos clínicos, o medicamento apresentou redução significativa no número de dias de enxaqueca por mês quando comparado ao placebo, tanto em pacientes com a forma episódica quanto na forma crônica da doença.

Doença pode afetar rotina e qualidade de vida

A enxaqueca é uma doença neurológica caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave. Além da dor, os episódios podem provocar sintomas como náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e aos sons.

As crises também podem interferir diretamente na rotina dos pacientes, prejudicando atividades profissionais, estudos, vida social e outras tarefas do dia a dia. A condição ainda pode aumentar a procura por serviços de saúde.

Medicamento amplia opções de tratamento

Com a aprovação do Aquipta, pacientes passam a contar com mais uma alternativa de uso oral voltada especificamente à prevenção da enxaqueca episódica e crônica.

Embora já existam tratamentos preventivos disponíveis, o novo medicamento atua diretamente sobre mecanismos associados à fisiopatologia da doença, ampliando as opções terapêuticas para adultos que sofrem com episódios frequentes.

A indicação, o início do tratamento e a avaliação sobre a utilização do medicamento devem ser feitos por profissional de saúde, de acordo com as características e necessidades de cada paciente.

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